quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Não demora farão isso com Moro Também, é o sonho da PT.




VENEZUELA PRENDE JUIZ QUE CONDENOU TRAFICANTE TIDO COMO ALIADO DO GOVERNO

O serviço de inteligência da Venezuela prendeu nesta quarta-feira o juiz Ali Fabricio Paredes, que, horas antes, havia condenado a 14 anos de prisão um narcotraficante tido como próximo do governo.










O “Plano Cohen” do PT golpista, mas moribundo. Será que é por isso que Lula já pensa em criar um novo partido?







O PT ainda não percebeu seu estado de penúria e acredita que pode fazer o seu próprio “Plano Cohen”. Os leitores certamente farão uma pesquisa rápida, mas sintetizo. Forças de extrema direita do entorno do já ditador Getúlio Vargas anunciaram, em 1937, a descoberta de um suposto plano comunista para tomar o poder, sintetizado num documento — que era, obviamente, uma farsa — chamado “Plano Cohen”. Vargas, o farsante, levou a denúncia à “Hora do Brasil” — hoje “Voz do Brasil” —, fez aprovar o estado de guerra e deu o golpe do Estado Novo no dia 10 de novembro de 1937. Governou como ditador até 1945. Matou a rodo.

Na sexta-feira, o PT assinou uma resolução, que veio a público nesta terça, em que inventa o “Plano Cohen da Direita”. Assim como Getúlio tinha propósitos golpistas ao dar curso àquela farsa, os petistas têm propósitos golpistas ao dar curso a esta. Só que há uma diferença: o ditador, em 1937, infelizmente, estava forte. O PT, felizmente, não consegue enfrentar nem seus adversários da base aliada no Congresso.

Ao ler a resolução, senti o desconforto que sinto diante das coisas ridículas, pequenas, cretinas… Ao ler o texto, senti a ojeriza que em mim provocam os farsantes, os tolos, os vigaristas. Ao ler o texto, senti a preguiça a que me conduzem a ignorância, a mentira e a arrogância sem lastro. Que ocaso patético vive esse partido!

O Diretório Nacional do PT decidiu, segundo o documento, “condenar a ofensiva e denunciar as tentativas daqueles que investem contra a Petrobrás, pois, a pretexto de denunciar a corrupção que sempre combatemos, pretendem, na verdade, revogar o regime de partilha no pré-sal, destruir a política de conteúdo nacional e, inclusive, privatizar a empresa. É nosso dever fortalecer a Petrobrás e valorizar seus trabalhadores. É nossa tarefa também defender a democracia e as conquistas do povo, denunciar as tentativas de desqualificar a atividade política e de criminalizar o PT.”

Como? O PT sempre combateu a corrupção? Inclusive nos 12 anos em que a quadrilha operou na Petrobras? A propósito: além do Reinaldo Azevedo, quem mais está querendo privatizar a estatal? Estou enganado, ou os petistas estão tentando arrastar os trabalhadores da Petrobras em sua pantomima?

Como estaria em curso um golpe de direita, então os petistas pregam a resistência. Como? Dizem ser preciso “conclamar a militância a contribuir para a criação de uma articulação permanente de partidos, organizações, entidades – uma força política capaz de ampliar nossa governabilidade para além do Parlamento e de criar condições para realizar reformas estruturais no País”. Entendi. Querem também “reforçar as campanhas pela reforma política e pela democratização da mídia”. Como se vê, eles não abrem mão da censura à imprensa.

E vão adiante: “Frente ao permanente flerte com o golpismo daquelas elites que não conseguem vencer e nem convencer pelas ideias, o PT deve tomar a iniciativa de propor a unificação das propostas democráticas pela reforma política e construir uma ampla mobilização social para formar em torno da reforma política democrática uma vontade majoritária na sociedade. Partindo da proibição do financiamento empresarial e da garantia do financiamento público, buscaremos construir uma plataforma unitária na qual seja incorporada o voto em lista preordenada e paritária em termos de gênero. Além disso, o DN apoia a declaração de inconstitucionalidade do financiamento empresarial às campanhas eleitorais em curso no Supremo Tribunal Federal”.

Esse é o partido que conseguiu reunir 136 dos 513 votos possíveis na disputa pela presidência da Câmara e que, nesta terça, sofreu duas derrotas humilhantes na Casa. O que vai acima, se pensarem bem, é um plano de resistência a Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara e uma das principais lideranças do maior partido aliado ao governo. Partido cujas pernas o PT pretendia quebrar, antes de quebrar a cara.

A propósito: o PT não deixa claro se entre as elites que não prestam estão os empreiteiros que repassavam dinheiro a operadores de partidos que estavam incrustados na Petrobras — inclusive o do PT. Que coisa asquerosa!

O Diretório Nacional recomenda ainda a Dilma uma guinada à esquerda como saída para o governo. Uau! E, claro!, como não poderia deixar de ser, o texto chega ao fim com esta pérola:
“Por fim, no curso desta celebração histórica do nosso 35o aniversário, saudamos o heroísmo do povo cubano que, por sua resistência, começa a quebrar o bloqueio imposto durante décadas pelo imperialismo. Saudamos também a vitória do novo primeiro-ministro da Grécia, Alexis Tsipras, do Syriza, derrotando a política de austeridade fiscal, a quem desejamos êxito em sua batalha contra as políticas neoliberais que vêm revogando direitos e promovendo recessão e desemprego na Europa. Congratulamo-nos, ainda, com o presidente da Bolívia, Evo Morales, que há pouco iniciou seu novo mandato presidencial – conosco irmanado na luta internacionalista, especialmente na integração latino-americana e caribenha.”

Se o PT não concluísse um documento exaltando um ditador, um maluco e um populista mixuruca, não seria o PT.

Vai ver é por isso que até Lula anda pensando em criar um novo partido… Mas falo disso outra hora. Deixo aqui apenas a semente da curiosidade.

Por Reinaldo Azevedo

PT agora tenta nos convencer de que é a grande vítima do esbulho a que foi submetida a Petrobras. Que gente!





O PT agora decidiu — e corro o risco de chegar às lágrimas antes mesmo de terminar meu post — que é a grande vítima da Operação Lava Jato. Numa resolução divulgada na sexta, o Diretório Nacional do Partido já acusou a existência de um grande complô da direita para desestabilizar Dilma e privatizar a Petrobras. Nesta quarta, Rui Falcão, presidente do partido, anunciou a disposição de processar Pedro Barusco em razão das acusações que fez.

Segundo o ex-gerente da Petrobras, que fez acordo de delação premiada, João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, levou em propina entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões. “Nós vamos fazer uma interpelação cível e criminal contra esse bandido Pedro José Barusco Filho”, disse Falcão, na sede do diretório nacional do PT, em São Paulo. Segundo o petista, o mesmo acontecerá com qualquer outro que envolver o nome do partido sem provas. Entendi.

Não custa lembrar que acordos de delação premiada só trazem os benefícios esperados se o denunciante prova o que diz. O mais curioso é que, em outra frente, petistas tentam demonstrar que tudo começou — eles adoram isso! — no governo FHC. Em um dos depoimentos, Barusco afirmou que começou a receber propina em 1997.

Sob o comando de Falcão, o líder do PT na Câmara, o folclórico Sibá Machado (AC), e um grupo de deputados do partido entregaram nesta quarta à vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko, um pedido para que o Ministério Público investigue casos de corrupção e o pagamento de propina na Petrobras no período em que FHC era presidente (1994-2002). Diz o texto: “Causa surpresa e estupefação que, diante da extrema gravidade dos fatos relatados pelo declarante – que revelam a origem do pagamento de propinas na Petrobras – não tenha havido qualquer indagação nem aprofundamento pelos agentes de investigação”. Os deputados acusam ainda o MP de fazer uma “investigação dirigida e ilegal”, com fins “político-partidários”. Entendi: quando Barusco diz que Vaccari recebeu até US$ 200 milhões, é um bandido; quando fala que começou a receber propina em 1997, aí se torna uma pessoa confiável.

Não conheço ninguém que acredite que a corrupção na Petrobras começou com o governo do PT. É claro que não! O que é evidente é que ela se tornou um sistema nos governos petistas.

Na entrevista, Falcão ainda voltou à ladainha da suposta campanha golpista… No fim de 2005 e 2006, na esteira do mensalão, essa bobagem ainda colou. Hoje em dia, revela-se como aquilo que é e que sempre foi: uma pantomima grotesca.

Falcão deveria ser mais econômico em sua fúria planejada. Ele concedeu a entrevista antes que se divulgasse a notícia de que Ricardo Pessoa fez acordo de delação premiada. Vai saber o que sai dali, não é mesmo, Falcão?

Por Reinaldo Azevedo

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

A verdade: eu menti.




Sim, houve muita tortura, de fato, durante os governos feitos pelos militares entre 1964 e 1985.
Carlos Lamarca torturou e executou o Ten Mendes Júnior;
José Genoino torturou e esquartejou jovens no Pará;
Dilma Roussef planejou sequestro e tortura de diplomata; assassinato do Cap. estadunidense Charles Shandler na frente da família pelo seu hoje ministro Franklin Martins, assim como atentado com carro bomba que matou a jovem sentinela Mario Kozel Filho, dentre muitas outras torturas que os comunistas, que hoje tentam se fazer passar por vítimas, praticaram em larguíssima escala.
Já quanto aos vermelhinhos que se dizem vitimados de torturadores fardados, além dos já desmascarados, como a atrizinha de quinta chamada Bete Mendes, que assinou carta montada pelo esPerTalhão Chico Buarque de Holanda para tentar incriminar o nobre Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que com a sua esposa protegeu aquela então jovem de vinte anos, militante atabalhoada da imundície comunista, e das confisões hodiernas de gente que antes se afirmou vitimada e hoje tem a consciência cobrada, como o Amado Batista no programa da tal Marília Gabriela, do Geraldo Vandré, Lobão, Olavo de Carvalho e muitos outros, bom seria que os ceguinhos em mitlogias ateístas como o Comunismo e seus braços, como o Socialismo, Anarquismo e outras tergiversações que servem para implantar das piores ditaduras já anotadas nos anais da humanidade fizessem leitura de material de gente que busca se fazer honesta, em lugar de ajudar a proliferar o que é tão apeans mecanismo maléfico capaz de horrores impensáveis aos saudáveis cidadãos, conforme sejam os textos do link que segue como exemplo
Sandro Oliveira.

AGORA VEJAM O TEXTO DE MIRIAN MACEDO.

Escrito em seu Blog dia 5/11/2011

A verdade: eu menti.
  (Ao confessar ter
 mentido sobre torturas que
 eu inventei eu não quero fazer de
 conta que ninguém foi torturado
 no Brasil. Ao contrário. Mentir,
 neste caso, é escarnecer de
 quem padeceu e experimentou na
 própria carne o horror do
 suplício. E foram muitos.
 Mas não foram tantos
 e nem foram todos. )  

 Eu, de minha parte, vou dar uma contribuição à Comissão da Verdade, e contar tudo: eu era uma subversivazinha medíocre e, tão logo fui aliciada, já caí (jargão entre militantes para quem foi preso), com as mãos cheias de material comprometedor.      
       Despreparada e festiva, eu não tivera nem o cuidado de esconder os exemplares  d'A Classe Operária, o jornal da organização clandestina a que eu pertencia (PC do B/AP-ML/, linha maoísta, a mesma que fazia a Guerrilha do Araguaia, no Pará). Não houve filiação formal, mas eu estava dentro, era assim que eu sentia.
      Os jornais estavam enfiados no meio dos meus livros numa estante, daquelas improvisadas, de tijolos e tábuas, que existiam em todas as repúblicas de estudantes, em Brasília naquele ano de 1973. 
       Já relatei o que eu fazia como militante*(ler texto no link abaixo). Quase nada. A minha verdadeira ação revolucionária foi outra, esta sim, competente, profícua, sistemática: MENTI DESCARADAMENTE DURANTE QUASE 40 ANOS!*. (O primeiro texto fala em 30 anos. Eu fui fazer as contas, são quase 40 anos, desde que comecei a mentir sobre os 'maus tratos'. Façam as contas, fui presa em 20 de junho de 73. Em 2013, terão se passado 40 anos.)
       Repeti e escrevi a mentira de que eu tinha tomado choques elétricos (por pudor, limitei-me a dizer que foram poucos, é verdade), que me deram socos e empurrões, interrogaram-me com luzes fortes, que me ameaçaram de estupro quando voltava à noite dos interrogatórios no DOI-CODI para o PIC e que eu passava noites ouvindo "gritos assombrosos" de outros presos sendo torturados (aconteceu uma única vez, por pouquíssimos segundos: ouvi gritos e alguém me disse que era minha irmã sendo torturada. Os gritos cessaram - achei, depois, que fosse gravação - e minha irmã, que também tinha sido presa, não teve um único fio de cabelo tocado). 
      Eu também menti dizendo que meus algozes, diversas vezes, se divertiam jogando-me escada abaixo, e, quando eu achava que ia rolar pelos degraus, alguém me amparava (inventei um 'trauma de escadas", imagina). A verdade: certa vez, ao descer as escadas até a garagem no subsolo do Ministério do Exército, na Esplanada dos Ministérios, onde éramos interrogados, alguém me desequilibrou e outro me segurou, antes que eu caísse. 
      Quanto aos 'socos e empurrões' de que eu dizia ter sido alvo durante os dias de prisão, não houve violência que chegasse a machucar; nada mais que um gesto irritado de qualquer dos inquisidores; afinal, eu os levava à loucura, com meu enrolation. Eu sou rápida no raciocínio, sei manipular as palavras, domino a arte de florear o discurso. Um deles repetia sempre: "Você é muito inteligente. Já contou o pré-primário. Agora, senta e escreve o resto". 
      Quem, durante todos estes anos, tenha me ouvido relatar aqueles 10 dias em que estive presa, tinha o dever de carimbar a minha testa com a marca de "vítima da repressão". A impressão, pelo relato, é de que aquilo deve ter sido um calvário tão doloroso que valeria uma nota preta hoje, os beneficiados com as indenizações da Comissão da Anistia sabem do que eu estou falando. Havia, sim, ameaças, gritos, interrogatórios intermináveis e, principalmente, muito medo (meu, claro).
       Torturada?! Eu?! Ma va! As palmadas que dei em meus filhos podem ser consideradas 'tortura inumana' se comparadas ao que (não) sofri nas mãos dos agentes do DOI-CODI. 
Que teve gente que padeceu, é claro que teve.  Mas alguém acha que todos nós - a raia miúda - que saíamos da cadeia contando que tínhamos sido 'barbaramente torturados' falávamos a verdade? 
      Não, não é verdade. A maioria destas 'barbaridades e torturas' era pura mentira! Por Deus, nós sabemos disto! Ninguém apresentava a marca de um beliscão no corpo. Éramos 'barbaramente torturados' e ninguém tinha uma única mancha roxa para mostrar! Sei, técnica de torturadores. Não, técnica de 'torturado', ou seja, mentira. Mário Lago, comunista até a morte, ensinava: "quando sair da cadeia, diga que foi torturado. Sempre."

      A frase de Mário Lago é citada pelo coronel Brilhante Ustra, em entrevista à Rede Genesis (NET/Canal 26, em 2008)**, e num artigo do ex-ministro, governador e senador Jarbas Passarinho, publicado no Correio Braziliense, em 2006. ***      

    Na verdade, a pior coisa que podia nos acontecer naqueles "anos de chumbo" era não ser preso(sic). Como assim todo mundo ia preso e nós não? Ser preso dava currículo, demonstrava que éramos da pesada, revolucionários perigosos, ameaça ao regime, comunistas de verdade! Sair dizendo que tínhamos apanhado, então! Mártires, heróis, cabras bons.
       Vaidade e mau-caratismo puros, só isto. Nós saíamos com a aura de hérois e a ditadura com a marca da violência e arbítrio. Era mentira? Era, mas, para um revolucionário comunista, a verdade é um conceito burguês, Lênin já tinha nos ensinado o que fazer. 
       E o que era melhor: dizer que tínhamos sido torturados escondia as patifarias e 'amarelões' que nos acometiam quando ficávamos cara a cara com os "ômi". Com esta raia miúda que nós éramos, não precisava bater. Era só ameaçar, a gente abria o bico rapidinho. 
      Quando um dia, durante um interrogatório, perguntaram-me  se eu queria conhecer a 'marieta', pensei que fosse uma torturadora braba. Mas era choque elétrico (parece que 'marieta' era uma corruptela de 'maritaca', nome que se dava à maquininha usada para dar choque elétrico). Eu não a quis conhecer. Abri o bico, de novo. 
      Relembrar estes fatos está sendo frutífero. Criei coragem e comecei a ler um livro que tenho desde 2009 (é mais um que eu ainda não tinha lido): "A Verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça", escrito pelo coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra. Editora Ser, publicado em 2007. Serão quase 600 páginas de 'verdade sufocada"? Vou conferir.

VOCÊ GOSTARIA DE AJUDAR A APERTAR O BOTÃO DESTA PRIVADA?




"O impeachment, na minha visão, funciona como o botão que se aperta para dar descarga na privada. Você já fez... o que precisava ser feito e não precisa mais olhar os seus dejetos, misturados ao papel higiênico usado.
E se tudo ainda não for pelo buraco adentro, engolido pelo jorro de água, você aperta o botão de novo. Simples, o impeachment.
Hoje, milhões de brasileiros apertaram o botão que deveria fazer sumir essa bosta de governo petista. Há um misto de repugnância e exasperação nas pessoas.
Digamos - para continuar com a imagem escatológica - que estamos sofrendo uma insuportável prisão de ventre que faz doer a barriga, em espasmos.
Nossos intestinos estão cheios, empanturrados com fatos e verdades não só sobre as mazelas do Planalto.
Mas o Congresso...meu Deus, três bandidos condenados na Comissão de Justiça? O Renan, julgado corrupto, decidindo o que serve para nós, povo brasileiro?
Os congressistas, deputados federais, a maioria sendo processada por "malfeitos", para usar a expressão do FHC? Seriam eles o nosso purgante salvador? Nem pensar.
Mais da metade desses indivíduos nem eleitos foram. Eram vice, pagaram as despesas de campanha, o titular se retirou para alguma "boca" combinada previamente e o agora premiado senador senta sua bunda na cadeira para fazer negócios.
Concorrência pública?... Quem dá mais comissão leva. Esses caras exageraram, canalhas contumazes, viciados por anos e anos de impunidade.
Eles tem alçadas de poder, verbas de tudo quanto é jeito, sinecuras - e agora preparam seus filhotes para lhes suceder na boca rica. O nepotismo corre solto.
Não há o que se esperar deles, não virá de lá nenhuma atitude cívica - como votar o impeachment da Dilma.
Pois eles também deveriam ser "impichados". Vale o mesmo sentimento para com a Justiça, que a imprensa todo dia mostra como um vulgar balcão de negócios e interesses.
A Petrobrás, o BNDES, as estatais...tudo aparelhado pelo Lula e sua quadrilha.
A Dilma preside esse lupanar (palavra antiga, puteiro seria melhor) com seu beicinho arrogante, perpetrando absurdos com a cumplicidade de seus 39 (trinta e nove) ministros.
Nem vou listar os despautérios, quem não é analfabeto, do MST ou boia-fria sabe de cor que aquela senhora Dilma extrapolou.
Ela, no passado, conseguiu até falir uma lojinha de badulaques chineses, seu maior empreendimento até ser guindada a ministra pelo pior dos brasileiros vivos, essa desgraça chamada Lula.
Então é o seguinte: hoje, as manifestações apertaram o botão da privada, coletivamente, num ato de dignidade e consciência política. Mas lá dentro da privada a merda rodou, rodou - e não foi embora.
Falta um balde de água. Falta uma mudança total, de tudo. Falta uma greve geral que tenha a força de liquidar essa quadrilha do PT, incrustada no poder. Falta o impeachment da Dilma.
Quem será essa pessoa que vai salvar os restos deste país? (Diego Mainard)

Fala Lula o que você pensa do impeachment


Golpismo uma ova! É só a Constituição. É só a lei!



A gritaria do PT — e não das oposições — sobre o impeachment de Dilma Rousseff busca apenas criar um cordão de isolamento em torno da presidente, como se ela fosse intocável, não importa o que aconteça. E ela não é. Porque ninguém é na República. No dia em que for, o regime passa a ser uma monarquia absolutista.

O impeachment está previsto na Constituição e disciplinado em lei. No texto constitucional, está nos artigos 85 e 86, a saber:
Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:
I – a existência da União;
II – o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação;
III – o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;
IV – a segurança interna do País;
V – a probidade na administração;
VI – a lei orçamentária;
VII – o cumprimento das leis e das decisões judiciais.

Parágrafo único. Esses crimes serão definidos em lei especial, que estabelecerá as normas de processo e julgamento.

Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.
§ 1º – O Presidente ficará suspenso de suas funções:
I – nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal;
II – nos crimes de responsabilidade, após a instauração do processo pelo Senado Federal.
§ 2º – Se, decorrido o prazo de cento e oitenta dias, o julgamento não estiver concluído, cessará o afastamento do Presidente, sem prejuízo do regular prosseguimento do processo.
§ 3º – Enquanto não sobrevier sentença condenatória, nas infrações comuns, o Presidente da República não estará sujeito a prisão.
§ 4º – O Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções.

Muito bem! O crime de responsabilidade está plenamente definido na Lei 1.079, que não foi criada para punir Dilma ou o PT. Ela é de 10 de abril de 1950.

Rende um bom debate saber se Dilma infringiu ou não ao menos dois dispositivos da Lei 1.079 no caso da Petrobras.
Estabelece o Inciso VII do Artigo 4º:
Art. 4º São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentarem contra a Constituição Federal, e, especialmente, contra
VII – A guarda e o legal emprego dos dinheiros públicos.

Define a Alínea 5 do Artigo 11:
Art. 11. São crimes contra a guarda e legal emprego dos dinheiros públicos
5 – negligenciar a arrecadação das rendas impostos e taxas, bem como a conservação do patrimônio nacional.

Que Dilma tenha incorrido nos dois, isso me parece evidente. Se preciso, lembro de novo do vídeo em que ela vem a público, ainda ministra, para asseverar a excelência das contas da Petrobras e atacar a criação de uma CPI. Estávamos em 2009, e ela já era pré-candidata à Presidência. Depois disso, ela se tornou presidente. E as evidências de escândalo na Petrobras se acumulavam. Ela fez o quê? Nada!

Admitida a acusação, aí a bola fica com o Senado. Restará um debate imenso para saber se sua ação é culposa ou dolosa. Se dolosa, “causa finita est”, a menos que a República afunde com ela; se meramente culposa, há espaço estreito para a salvação.

É o que eu acho.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Quando os que deveriam protejer sitiam os cidadãos quem tem obrigação de se fazer cumprir a Constituição?






Tenho um grande amigo que mora na Vila União, no norte da Ilha de Florianópolis, ele é um comerciante que vende lanches e cujo comércio da mais lucro no período noturno e sua família com isso é sustentada.
Acontece que essa semana, alguns malas que por lá moram numa atitude covarde, alvejaram uma viatura policial e um policial saiu ferido. Bem, a policia após esse fato fechou o cerco na região e busca encontrar os que isso fizeram, o que concordo e torço para que consigam.
O problema, é que pessoas de bem vivem por lá a exemplo desse meu amigo, que trabalham honestamente para buscar o sustento de suas famílias e dentre estas, muitos comerciantes que por lá se estabeleceram e a policia com intuito de forçar o aparecimentos desses indivíduos, baixou um toque de recolher, onde todos são obrigados a fecharem suas portas e não saírem mais as ruas após as 20 hs.
Dai pergunto, mesmo apoiando e muito a policia, como fica o direito de ir e vir desse cidadãos honestos que por lá moram? Como fica nossa Constituição que por força de lei, tem de ser respeitada pelas autoridades?
Quem pagará os prejuízos in calculáveis dessas pessoas cujas contas trabalhando ou não chegam em suas casas e teem de ser pagas?
A policia catarinense tem a obrigação de saber, como agentes públicos que são, são obrigados a pautar todas as suas ações dentro da lei, portanto, tudo que constar em lei a eles é obrigação fazer, o contrário do cidadão comum, que tudo que não consta em lei, a esse é permitido fazer sem se preocupar com possíveis sansões da justiça. 
Será que a população ordeira e honesta que é sua maioria na região não tem direito a dignidade e de ser protegidos seus direitos pelos agentes do Estado que por hora os lisercia deles?
Alo Sr Governador e autoridades competentes, tomem as rédeas da situação e protejam os direitos dos cidadãos de bem, cumprindo com o juramento que fizeram de proteger e se fazer cumpris nossa Constituição.