segunda-feira, 21 de abril de 2014

Qual o lixo deste mês?


O LIXO DO MÊS...essa imbecil chama-se Marilena Chaui..Além de petralha,é,imbecil metida a intelectual de porta de banheiro,,se não for doente mental,é escrota mesmo... A MUSA DO ÓDIO(Marcos Mairton)
“É chocante o primeiro vídeo....Já tinha ouvido falar nesse episódio, mas vendo assim é diferente.
Ela não apenas diz que odeia a classe média, ela deixa transparecer isto no tom de voz, nos gestos, na fisionomia…
Imagino que ela não se refira a cada pessoa da classe média, individualmente, mas, tendo ela a visão de que a sociedade se divide em classes, a chamada classe média seria um estorvo, por impedir o atrito direto da classe baixa com a alta, ou seja, a luta de classes.

Afinal, quando um indivíduo da classe baixa tem como objetivo tornar-se membro da classe média, ele tende a perder o interesse pelos ideais revolucionários que levariam a uma sociedade igualitária.
Quem compõe a classe média se interessa pelo próprio conforto, não pela revolução. Talvez seja isto que os que desejam uma revolução socialista chamem de “interesses de pequeno burguês”.

Mesmo fazendo essa leitura, a manifestação da professora me choca.
Primeiro, todo mundo sabe onde foram parar os países que passaram por revoluções socialistas.
Segundo, o que se pode esperar desse ódio? O que se pode esperar de quem tem tanto ódio e ocupa um cargo público? E os que aplaudem, aprovam esse ódio? Partilham dele?

Fiquei realmente chocado. Alguns amigos meus, que se dizem de esquerda, e sabem que são classe média, me explicaram que ela se referia apenas a uma tal “classe mérdia”, essa sim, dotada das características citadas pela professora.
Isso não me ajudou em nada. Se mal consigo entender o que é “classe média”, esse novo conceito – “classe mérdia” – me pareceu completamente incompreensível.
* * *
Tive o cuidado de procurar no YouTube a versão completa da manifestação da professora Marilena Chauí citada nesta postagem,para verificar se o trecho aqui exposto não tinha sido posto fora de contexto. 
Para ser fiel às minhas convicções, devo dizer que está fora de contexto sim. Feita a devida contextutalização, estou ainda mais convencido do que já falei no comentário anterior.

O ódio dela não é contra as pessoas que fazem a classe média, mas contra a ideia de classe média numa visão socialista. Ela fala inclusive de uma “classe trabalhadora” que não se torna classe média quando melhora de vida. Isso me deixou ainda mais confuso quanto ao que seria classe média.
Mesmo assim, é chocante vê-la expressar todo esse ódio e ainda ser aplaudida, e mais, por pessoas que, como ela, aparentam fazer parte da classe média também.”

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