quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

VOCÊ GOSTARIA DE AJUDAR A APERTAR O BOTÃO DESTA PRIVADA?




"O impeachment, na minha visão, funciona como o botão que se aperta para dar descarga na privada. Você já fez... o que precisava ser feito e não precisa mais olhar os seus dejetos, misturados ao papel higiênico usado.
E se tudo ainda não for pelo buraco adentro, engolido pelo jorro de água, você aperta o botão de novo. Simples, o impeachment.
Hoje, milhões de brasileiros apertaram o botão que deveria fazer sumir essa bosta de governo petista. Há um misto de repugnância e exasperação nas pessoas.
Digamos - para continuar com a imagem escatológica - que estamos sofrendo uma insuportável prisão de ventre que faz doer a barriga, em espasmos.
Nossos intestinos estão cheios, empanturrados com fatos e verdades não só sobre as mazelas do Planalto.
Mas o Congresso...meu Deus, três bandidos condenados na Comissão de Justiça? O Renan, julgado corrupto, decidindo o que serve para nós, povo brasileiro?
Os congressistas, deputados federais, a maioria sendo processada por "malfeitos", para usar a expressão do FHC? Seriam eles o nosso purgante salvador? Nem pensar.
Mais da metade desses indivíduos nem eleitos foram. Eram vice, pagaram as despesas de campanha, o titular se retirou para alguma "boca" combinada previamente e o agora premiado senador senta sua bunda na cadeira para fazer negócios.
Concorrência pública?... Quem dá mais comissão leva. Esses caras exageraram, canalhas contumazes, viciados por anos e anos de impunidade.
Eles tem alçadas de poder, verbas de tudo quanto é jeito, sinecuras - e agora preparam seus filhotes para lhes suceder na boca rica. O nepotismo corre solto.
Não há o que se esperar deles, não virá de lá nenhuma atitude cívica - como votar o impeachment da Dilma.
Pois eles também deveriam ser "impichados". Vale o mesmo sentimento para com a Justiça, que a imprensa todo dia mostra como um vulgar balcão de negócios e interesses.
A Petrobrás, o BNDES, as estatais...tudo aparelhado pelo Lula e sua quadrilha.
A Dilma preside esse lupanar (palavra antiga, puteiro seria melhor) com seu beicinho arrogante, perpetrando absurdos com a cumplicidade de seus 39 (trinta e nove) ministros.
Nem vou listar os despautérios, quem não é analfabeto, do MST ou boia-fria sabe de cor que aquela senhora Dilma extrapolou.
Ela, no passado, conseguiu até falir uma lojinha de badulaques chineses, seu maior empreendimento até ser guindada a ministra pelo pior dos brasileiros vivos, essa desgraça chamada Lula.
Então é o seguinte: hoje, as manifestações apertaram o botão da privada, coletivamente, num ato de dignidade e consciência política. Mas lá dentro da privada a merda rodou, rodou - e não foi embora.
Falta um balde de água. Falta uma mudança total, de tudo. Falta uma greve geral que tenha a força de liquidar essa quadrilha do PT, incrustada no poder. Falta o impeachment da Dilma.
Quem será essa pessoa que vai salvar os restos deste país? (Diego Mainard)

Fala Lula o que você pensa do impeachment


Golpismo uma ova! É só a Constituição. É só a lei!



A gritaria do PT — e não das oposições — sobre o impeachment de Dilma Rousseff busca apenas criar um cordão de isolamento em torno da presidente, como se ela fosse intocável, não importa o que aconteça. E ela não é. Porque ninguém é na República. No dia em que for, o regime passa a ser uma monarquia absolutista.

O impeachment está previsto na Constituição e disciplinado em lei. No texto constitucional, está nos artigos 85 e 86, a saber:
Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:
I – a existência da União;
II – o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação;
III – o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;
IV – a segurança interna do País;
V – a probidade na administração;
VI – a lei orçamentária;
VII – o cumprimento das leis e das decisões judiciais.

Parágrafo único. Esses crimes serão definidos em lei especial, que estabelecerá as normas de processo e julgamento.

Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.
§ 1º – O Presidente ficará suspenso de suas funções:
I – nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal;
II – nos crimes de responsabilidade, após a instauração do processo pelo Senado Federal.
§ 2º – Se, decorrido o prazo de cento e oitenta dias, o julgamento não estiver concluído, cessará o afastamento do Presidente, sem prejuízo do regular prosseguimento do processo.
§ 3º – Enquanto não sobrevier sentença condenatória, nas infrações comuns, o Presidente da República não estará sujeito a prisão.
§ 4º – O Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções.

Muito bem! O crime de responsabilidade está plenamente definido na Lei 1.079, que não foi criada para punir Dilma ou o PT. Ela é de 10 de abril de 1950.

Rende um bom debate saber se Dilma infringiu ou não ao menos dois dispositivos da Lei 1.079 no caso da Petrobras.
Estabelece o Inciso VII do Artigo 4º:
Art. 4º São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentarem contra a Constituição Federal, e, especialmente, contra
VII – A guarda e o legal emprego dos dinheiros públicos.

Define a Alínea 5 do Artigo 11:
Art. 11. São crimes contra a guarda e legal emprego dos dinheiros públicos
5 – negligenciar a arrecadação das rendas impostos e taxas, bem como a conservação do patrimônio nacional.

Que Dilma tenha incorrido nos dois, isso me parece evidente. Se preciso, lembro de novo do vídeo em que ela vem a público, ainda ministra, para asseverar a excelência das contas da Petrobras e atacar a criação de uma CPI. Estávamos em 2009, e ela já era pré-candidata à Presidência. Depois disso, ela se tornou presidente. E as evidências de escândalo na Petrobras se acumulavam. Ela fez o quê? Nada!

Admitida a acusação, aí a bola fica com o Senado. Restará um debate imenso para saber se sua ação é culposa ou dolosa. Se dolosa, “causa finita est”, a menos que a República afunde com ela; se meramente culposa, há espaço estreito para a salvação.

É o que eu acho.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Quando os que deveriam protejer sitiam os cidadãos quem tem obrigação de se fazer cumprir a Constituição?






Tenho um grande amigo que mora na Vila União, no norte da Ilha de Florianópolis, ele é um comerciante que vende lanches e cujo comércio da mais lucro no período noturno e sua família com isso é sustentada.
Acontece que essa semana, alguns malas que por lá moram numa atitude covarde, alvejaram uma viatura policial e um policial saiu ferido. Bem, a policia após esse fato fechou o cerco na região e busca encontrar os que isso fizeram, o que concordo e torço para que consigam.
O problema, é que pessoas de bem vivem por lá a exemplo desse meu amigo, que trabalham honestamente para buscar o sustento de suas famílias e dentre estas, muitos comerciantes que por lá se estabeleceram e a policia com intuito de forçar o aparecimentos desses indivíduos, baixou um toque de recolher, onde todos são obrigados a fecharem suas portas e não saírem mais as ruas após as 20 hs.
Dai pergunto, mesmo apoiando e muito a policia, como fica o direito de ir e vir desse cidadãos honestos que por lá moram? Como fica nossa Constituição que por força de lei, tem de ser respeitada pelas autoridades?
Quem pagará os prejuízos in calculáveis dessas pessoas cujas contas trabalhando ou não chegam em suas casas e teem de ser pagas?
A policia catarinense tem a obrigação de saber, como agentes públicos que são, são obrigados a pautar todas as suas ações dentro da lei, portanto, tudo que constar em lei a eles é obrigação fazer, o contrário do cidadão comum, que tudo que não consta em lei, a esse é permitido fazer sem se preocupar com possíveis sansões da justiça. 
Será que a população ordeira e honesta que é sua maioria na região não tem direito a dignidade e de ser protegidos seus direitos pelos agentes do Estado que por hora os lisercia deles?
Alo Sr Governador e autoridades competentes, tomem as rédeas da situação e protejam os direitos dos cidadãos de bem, cumprindo com o juramento que fizeram de proteger e se fazer cumpris nossa Constituição.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

VERGONHA NACIONAL









Deputado Estadual Coronel Taborelli do estado de Mato-Grosso afirma que decisão do Ministro Dias Tóffoli é parcial e envergonha o Judiciário.
Na tribuna da Assembleia Legislativa do Estado (AL/MT), em sessão ordinária na manhã desta quinta-feira (05.02), o Deputado estadual Pery Taborelli, popular coronel Taborelli (PV), externou sua preocupação quanto ao tráfico de influência cometido pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ministro Dias Toffóli, para julgar recurso do candidato ficha suja, Valdir Barranco (PT).
O Ministro já advogou para o Partido dos Trabalhadores (PT), e sua decisão, em tornar Barranco elegível, transpareceu estar usando da instância superior para continuar defendendo interesses partidários.
Taborelli relatou que acompanhou o julgamento do recurso de Barranco em Brasília, e se sentiu vítima “de um Ministro parcial e mal intencionado”.
De acordo com o Deputado, “mesmo estando claro que Valdir Barranco é ficha suja e causou prejuízo ao erário, o Ministro cerrou os olhos e proferiu uma decisão esdrúxula, que fere não apenas a legislação vigente, mas, sobretudo, o entendimento da própria Corte, que em inúmeras oportunidades deixou claro que, não é competente para adentrar aos fatos já debatidos nas instâncias inferiores”.
A justificativa do Ministro para tornar Barranco elegível, e comprometer o mandato de Taborelli, foi que as contas do petista referente ao exercício de 2007, quando prefeito de Nova Bandeirantes (MT), somente foram reprovadas, pois, não cedeu as pressões dos vereadores daquele município, que supostamente teriam tentando extorqui-lo.
No entanto, o Ministro não observou que as contas foram reprovadas na legislatura de 2009, ou seja, por vereadores diversos daqueles que foram denunciados pelo ficha suja Valdir Barranco.
Coronel Taborelli lembrou ainda, que o Ministério Publico Estadual (MPE) interferiu no caso e frustrou a tentativa pífia do ficha suja Valdir Barranco, que por meio de uma manobra política, encaminhou suas contas à Câmara Municipal para nova apreciação, após seis anos.
“Se não bastasse a parcialidade e a deslealdade processual, o ficha suja conta ainda com o apoio de autoridades políticas de Mato Grosso, que oportunamente serão citadas” denunciou o parlamentar.
Ainda, em seu discurso, coronel Taborelli lembrou que Valdir Barranco causou prejuízo à sociedade e é inadmissível que seja beneficiado por ser amigo da corte, ou ao menos do Ministro Dias Tóffoli.
“É inaceitável que um cidadão que superfaturou medicamentos na razão de 7.000% seja considerado apto para representar a sociedade, já que seu ato certamente ocasionou consequências trágicas à saúde do município de Nova Bandeirantes” declarou.
Para Taborelli, qualquer ato de corrupção é repudiável, contudo, quando se trata da saúde dos cidadãos, como foi o caso de Barranco, o desvio de recursos afronta o bem maior do ser humano, que é a vida, causando ainda mais indignação.
“Quem desvia dinheiro da saúde, mata com dolo pessoas que agonizam nos corredores à espera de atendimento e medicamentos em hospitais sucateados” ressaltou.
O parlamentar garantiu que não se curvará diante da decisão do Ministro e que irá recorrer ao Conselho Nacional do Judiciário (CNJ) para expressar sua indignação. “Não aceitarei uma decisão política, obscura e atentadora aos princípios basilares da Democracia, pois, o episódio pode se tornar cotidiano e abrir um precedente perigoso no País, causando insegurança jurídica”.
Ao finalizar, coronel Taborelli disse que sempre enfrentou as batalhas com muita coragem e jamais se furtou do bom combate, com dignidade, respeito e ética, e assim permanecerá lutando pelos seus ideais, e parafraseou o hino nacional brasileiro “Verás que um filho teu não foge à luta”.
Apoio – Nas redes sociais, o presidente da Academia de Letras Estadual, advogado Eduardo Mahon, se manifestou favorável ao coronel Taborelli e também segue o mesmo raciocínio do Deputado.
Confira abaixo a publicação do advogado:
“Não sou amigo nem nunca conversei com o Taborelli. Mas o que está acontecendo no TSE é um escândalo que a OAB precisa denunciar sem medo.
Os ex-advogados do PT, hoje Ministros, votaram por declarar elegível o petista Barranco, em uma decisão absolutamente questionável. É preciso ter coragem para dizer em alto e bom som: o que está acontecendo no país é o loteamento judiciário, o aparelhamento ideológico, um câncer que deve ser severamente combatido.
Vamos lá, Ordem dos Advogados, uma vez saia na frente: reprovação de contas é motivo de inelegibilidade. Tome posição! No mais, é inacreditável que as coisas aconteçam descaradamente e que ninguém diga nada”.

DEFLAGRADA AGORA NOVA OPERAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL CHAMADA "MY WAY". TESOUREIRO DO PT E MAIS 17 PESSOAS SÃO ALVOS DE MANDADOS DE CONDUÇÃO COERCITIVA !



"A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira, 5, a nona fase da Operação Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção envolvendo a Petrobrás.
Estão sendo cumpridos 62 mandados judiciais: um de prisão preventiva, três de temporária, 40 de busca e apreensão e 18 de condução coercitiva (quando a pessoa é liberada após prestar depoimento).
Um dos mandados de condução é contra o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto.
A PF também faz busca e apreensão na casa do petista.
Ele foi citado em depoimentos feitos à operação, entre eles os prestados pelo doleiro Alberto Youssef, como operador do PT no esquema.
Os mandados são cumpridos nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Santa Catarina. Os nomes dos alvos da My Way, como foi batizada a operação, não forma divulgados."
Era com o título da música "May Way" de Frank Sinatra que o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco se referia a Renato Duque,
ex-diretor de serviços da estatal nomeado pelo PT, razão pela qual a operação da Polícia Federal recebeu este nome.
Fonte: http://politica.estadao.com.br/…/geral,pf-cumpre-mandados-e…

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Fernando Holiday, vitima e o exemplo do puro racismo da esquerda nas Universidades








O jovem estudante Fernando Silva acabou de ser aprovado para o curso de Filosofia na Universidade Federal de São Paulo - Unifesp, mas apesar da escolha da faculdade não é por isso que ele veio parar aqui na página. Fernando é negro e foi aprovado sem se utilizar do sistema de cotas, mas não só. Fernando também mantém um canal no Youtube onde faz campanha contra o sistema de cotas raciais por considerar tal medida racista. Para Fernando, o sistema de cotas raciais faz com que os negros tenham de assumir um papel de vítimas e coitadinhos, diferente de como ele próprio se enxerga.
Alguns podem achar louvável o fato de Fernando ser negro e ser contra as cotas raciais, outros podem discordar e oferecer seus argumentos. Acontece que infelizmente ainda há quem ache que a violência é o melhor argumento. Após ser aprovado, Fernando começou a ser perseguido pelos "engajados" da UNIFESP, liderados por uma tal de Renata Prado. Para Renata, o calouro de filosofia deve "aprender a ser preto de verdade" ou "não vai aguentar um mês de aula". Neste caso seria de se perguntar: qual o motivo faria Fernando não aguentar? O amigo de Renata, chamado Dener Vinícius, dá a resposta. Dirigindo-se a Fernando como "negro domesticado" diz, sem medo, que espera que Fernando sofra "ataques físicos" e ainda se coloca a disposição para o "trabalho sujo". Outros seguem a mesma linha nojenta de gente acéfala cujo único argumento é a violência. Mas isso tudo ainda não é o mais chocante. A pergunta mais intrigante é: o que diabos Renata quis dizer com "aprender a ser preto de verdade"? Aparentemente Renata acredita que os negros devem se portar do modo como ela - e somente ela - acha que todos os negros devem se portar, sob o risco de sofrerem um castigo (físico). Esta ignorante acéfala se comporta - vejam só - como a própria senhora de engenho. Ora, não há diferença alguma dizer que Fernando deve aprender a ser um "preto de verdade" ou dizer para um negro que ele deve "se colocar em seu lugar". Ambas são visões racistas, que classificam as pessoas e julgam seu comportamento segundo a cor da sua pele.
Este caso ao menos serviu para que muitos outros negros procurassem Fernando para demonstrar seu apoio e consequente repúdio ao sistema de cotas raciais.
A página do Professor de Filosofia também deixa aqui de maneira inconteste o registro em solidariedade a Fernando.
Que muitos mais corajosos como Fernando apareçam e quebrem a mesmice da canalhada acadêmica.
Força Fernando.


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

O PT e advogados de corruptos se organizam agora para tentar destruir o juiz Sérgio Moro



Pouca gente se lembra, mas Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, transformado pelo PT no belzebu do Brasil, já foi um queridinho do partido. Lula se orgulhava de ter nomeado “o primeiro negro para a corte suprema do país”, o que, além de falso, era um tanto malandro. Antes de Barbosa, dois negros já haviam chegado à corte: Pedro Lessa, entre 1907 e 1921, e Hermenegildo de Barros, entre 1917 e 1931. Lula, como sempre, inaugurava o já inaugurado. O PT insistia na cor da pele de Barbosa porque esperava contar com um ministro grato que lhe fizesse todas as vontades. Quebrou a cara, e o herói de antes virou um desafeto.

Na edição desta semana, leiam, VEJA traz uma reportagem de Daniel Pereira e Robson Bonin demonstrando que o alvo da vez do partido é o juiz Sérgio Moro, que cuida do caso do petrolão, seguramente mais grave do que o mensalão, de quem já tomou o lugar de maior escândalo da história republicana. A artilharia contra Moro já está preparada.

À VEJA, disse um dos advogados dos acusados: “Já foram reunidas provas irrefutáveis de corrupção, e não temos mais como discutir o mérito. Nossa estratégia agora é encontrar falhas graves na condução do processo e tentar desqualificar o juiz”.

Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, notório advogado de mensaleiros e agora de acusados de participar da corrupção na Petrobras, disse que Moro tinha virado “o grande eleitor da sucessão de 2014″. Os defensores dos corruptos pretendem denunciar o juiz ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão responsável por analisar a conduta de magistrados. “Vão alegar, informa VEJA, que ele promoveu um vazamento seletivo de um processo em curso na Justiça Federal e esperam contar com a simpatia pela causa da corregedora do CNJ, a ministra Nancy Andrighi. A ideia é conseguir o afastamento de Moro das ações relacionadas ao caso”. Vale lembrar: Dilma Rousseff, candidata à reeleição e agora reeleita, fez a mesma acusação.

A tropa de advogados pretende ainda buscar a anulação das delações premiadas de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, ainda a ser homologada, alegando que eles foram coagidos por Moro, que teria ameaçado prender familiares de ambos.

Informa ainda a revista: “Em outra frente, os advogados estudam a possibilidade de pedir a transferência das investigações para o Rio de Janeiro, onde fica a sede da Petrobras, o foco dos maiores desvios em apuração. Com a mudança de foro, aumentariam suas chances de neutralizar os delegados da Polícia Federal e os procuradores que fazem as investigações. “Sem o trabalho deles, esse processo dificilmente chegará ao fim a contento”, diz uma das autoridades que trabalham no caso.

Vão parar por aí? Não! Um dos advogados afirma: “Também vamos levantar coisas da vida pessoal do juiz”. Informa VEJA: “A orientação é para verificar a evolução patrimonial dele e de seus familiares, além das relações políticas que eventualmente tenham”.

Os companheiros, em suma, vão recorrer ao método de sempre: pôr para funcionar a sua máquina de enlamear reputações e contar com a rede suja na Internet e na subimprensa, financiada por estatais, para tentar desmoralizar o juiz e melar a investigação.

Leiam a reportagem da VEJA que está nas bancas. O inimigo nº 1 do PT no momento chama-se Sérgio Moro, um juiz que tem o defeito, até onde todo mundo sabe, de ser incorruptível. Não serve para os “companheiros”.

Texto publicado originalmente às 4h12

Por Reinaldo Azevedo