Papo vai, papo vem e o Rosevaldo de Oliveira me deu uma daquelas dicas impagáveis: a criação de cota para político honesto.
Fui ver se alguém havia pensado e escrito algo a respeito e encontrei vários textos, um deles me apropriei: o escrito pelo Alê Youssef, 33, um dos criadores do site www.overmundo.com.br.
Juntando o mosaico, pensei assim:
PARA SE CONSEGUIR UM POLÍTICO HONESTO É PRECISO
1. Ser 100% transparente, isto é, todos os seus atos no exercício do cargo sejam absolutamente explícitos. Com o mandato transmitido em tempo real via web – com câmeras espalhadas pelos gabinetes e acompanhando todos os passos do mandatário. Invertendo a utopia de George Orwell com o povo de olho em quem elegeu.
2. Ser inteiramente 2.0. O mandato conectado com as redes colaborativas/sociais da Internet. Assim, qualquer um de nós poderia interferir em um projeto de lei ou propor ações para seu deputado ou vereador.
3. Ser 300% fiel às suas convicções ideológicas. Na campanha detalhar as suas propostas, registrá-las em cartório e se comprometer via escritura pública a efetivá-las, sob pena de perder seu mandato. Ou seja, juntar o discurso à prática.
4. Ser realista, com olhos voltados para o presente. O passado pertence à História e não à Política.
5. Ser propositivo, olhando para o futuro, longe do radicalismo, fanatismo e das verdades absolutas.
6. Ser um homem de Estado, preso ao povo e longe do populismo e da demagogia que sempre levam à tirania.
7. Nunca prometer coisas impossíveis.
Fui ver se alguém havia pensado e escrito algo a respeito e encontrei vários textos, um deles me apropriei: o escrito pelo Alê Youssef, 33, um dos criadores do site www.overmundo.com.br.
Juntando o mosaico, pensei assim:
PARA SE CONSEGUIR UM POLÍTICO HONESTO É PRECISO
1. Ser 100% transparente, isto é, todos os seus atos no exercício do cargo sejam absolutamente explícitos. Com o mandato transmitido em tempo real via web – com câmeras espalhadas pelos gabinetes e acompanhando todos os passos do mandatário. Invertendo a utopia de George Orwell com o povo de olho em quem elegeu.
2. Ser inteiramente 2.0. O mandato conectado com as redes colaborativas/sociais da Internet. Assim, qualquer um de nós poderia interferir em um projeto de lei ou propor ações para seu deputado ou vereador.
3. Ser 300% fiel às suas convicções ideológicas. Na campanha detalhar as suas propostas, registrá-las em cartório e se comprometer via escritura pública a efetivá-las, sob pena de perder seu mandato. Ou seja, juntar o discurso à prática.
4. Ser realista, com olhos voltados para o presente. O passado pertence à História e não à Política.
5. Ser propositivo, olhando para o futuro, longe do radicalismo, fanatismo e das verdades absolutas.
6. Ser um homem de Estado, preso ao povo e longe do populismo e da demagogia que sempre levam à tirania.
7. Nunca prometer coisas impossíveis.
E nós, na hora do voto, seguindo os passos de Alê Youssef, lembrar que político bom é político transparente, responsável, acessível, fiel a suas ideias e ciente de suas possibilidades.

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