Esta semana, 267 deputados votaram pela aprovação de um projeto de lei absurdo que permite que a jornada de trabalho dos motoristas profissionais chegue a 12 horas diárias. Apenas Chico e outros 71 votaram contra.
O texto vai ao Senado. Federações de trabalhadores e outras entidades pressionaram contra a proposta, em defesa de direitos historicamente conquistados, mas não adiantou. O lobby das empresas de transporte, grandes financiadoras de campanhas eleitorais, foi grande.
A permissão de jornada excessiva para moristas não significa apenas a perda de direitos, mas também o crescimento do risco de acidentes.
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